Em 1800,partiu uma caravela de Portugal trazendo colonos e fidalgos portugueses com o intuíto de instalarem-se no litoral norte do Brasil,para iniciarem a colonização das terras ainda desconhecidas. Eram eles,o capitão Felipe José das Neves,Adolfo Saraiva Neves,José Seabra Neves,conde Estácio Coelho de Sousa e os marinheiros José Joaquim Cariongo e Damião.
Aportaram inicialmente na costa do Rio Grande do Norte,permanecendo ali até os fins de 1803. Em 1804,dirigiram-se para o Oeste,chegando à Barra do Caju no dia 12 de setembro do mesmo ano e, no mesmo dia,desembarcaram no local onde hoje é denominado Carnaubeiras.
José Seabra Neves e Adolfo Saraiva Neves,que eram irmãos e primos do capitão Felipe José das Neves,entraram pelo Igarapé do Jacarandá acima,juntamente com o conde Estácio Coelho de Sousa,e instalaram suas fazendas às margens do Igarapé.
Os marinheiros José Joaquim Cariongo e Damião,fundaram o Arraial de Barreirinhas,instalando depois uma feitoria que durante pouco tempo,obteve algum progresso mas logo entrou em decadência.
Ficou então o capitão Felipe José das Neves,que armou sua barraca de campanha ao pé de uma frondosa carnaúba,que ficava perto do local, onde hoje existe a Igreja de São José,padroeiro do lugar.
Cuidou logo o capitão de organizar um Arraial,a que deu o nome de Arraial da Carnaubeira,no dia 12 de setembro de 1806,data da fundação do povoado.O Arraial cresceu a tal ponto,que o capitão Felipe,animado,construiu a Igreja de São José em 1811. Em 1820,colonos e padres jesuítas portugueses,contruíram uma casa- de -fazenda no Jacandá para instalarem uma missão católica a fim de instruírem e catequizar o povo.
Entre todas as povoações fundadas na época,a "Vila de Carnaubeiras",como era conhecida no passado,foi a que mais se desenvolveu,tendo servido também de palco na Guerra dos Balaios em 1839 e da Independência,quando o Brasil tornou-se independente de Portugal.Todas as construções realizadas nessa época,foram abaixo após essas batalhas,contudo,além da Igreja de São José,ainda existe um poço construído pelos escravos do capitão Felipe José das Neves. Da palmeira misteriosa plantada em 1845 por Antonio Domingos da Silveira,João José(pai João) e João Coelho,não há informação.
Obs: pesquisa retirada do trabalho do professor:Raimundo Nonato das Chagas.
Á ele,todo mérito e respeito.
Aportaram inicialmente na costa do Rio Grande do Norte,permanecendo ali até os fins de 1803. Em 1804,dirigiram-se para o Oeste,chegando à Barra do Caju no dia 12 de setembro do mesmo ano e, no mesmo dia,desembarcaram no local onde hoje é denominado Carnaubeiras.
José Seabra Neves e Adolfo Saraiva Neves,que eram irmãos e primos do capitão Felipe José das Neves,entraram pelo Igarapé do Jacarandá acima,juntamente com o conde Estácio Coelho de Sousa,e instalaram suas fazendas às margens do Igarapé.
Os marinheiros José Joaquim Cariongo e Damião,fundaram o Arraial de Barreirinhas,instalando depois uma feitoria que durante pouco tempo,obteve algum progresso mas logo entrou em decadência.
Ficou então o capitão Felipe José das Neves,que armou sua barraca de campanha ao pé de uma frondosa carnaúba,que ficava perto do local, onde hoje existe a Igreja de São José,padroeiro do lugar.
Cuidou logo o capitão de organizar um Arraial,a que deu o nome de Arraial da Carnaubeira,no dia 12 de setembro de 1806,data da fundação do povoado.O Arraial cresceu a tal ponto,que o capitão Felipe,animado,construiu a Igreja de São José em 1811. Em 1820,colonos e padres jesuítas portugueses,contruíram uma casa- de -fazenda no Jacandá para instalarem uma missão católica a fim de instruírem e catequizar o povo.
Entre todas as povoações fundadas na época,a "Vila de Carnaubeiras",como era conhecida no passado,foi a que mais se desenvolveu,tendo servido também de palco na Guerra dos Balaios em 1839 e da Independência,quando o Brasil tornou-se independente de Portugal.Todas as construções realizadas nessa época,foram abaixo após essas batalhas,contudo,além da Igreja de São José,ainda existe um poço construído pelos escravos do capitão Felipe José das Neves. Da palmeira misteriosa plantada em 1845 por Antonio Domingos da Silveira,João José(pai João) e João Coelho,não há informação.
Obs: pesquisa retirada do trabalho do professor:Raimundo Nonato das Chagas.
Á ele,todo mérito e respeito.
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