Sindicância investiga caso de médicos que batem ponto sem trabalhar no Rio
A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que já foi aberta uma
sindicância por parte da Subsecretaria e Corregedoria da Saúde para
investigar o caso de médicos do Hospital Estadual Roberto Chabo, em
Araruama (RJ), que assinam o ponto e vão embora sem prestar qualquer
atendimento à população. A sindicância foi publicada no Diário Oficial
desta terça-feira (27).
Uma reportagem do SBT reproduzida pelo UOL flagrou os profissionais saindo da instituição dez minutos depois de assinar o ponto. De acordo com a secretaria, os nomes dos médicos envolvidos na fraude serão enviados ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) para que a entidade investigue a conduta médica desses profissionais.
Em nota, o conselho afirmou que controlar o ponto dos médicos é um problema administrativo do hospital, logo, fica por conta da administração pública apurar os fatos.
Caso seja comprovada a fraude, os médicos poderão ser demitidos e a Secretaria solicitará que a Procuradoria Geral do Estado entre com medidas judiciais cabíveis para que haja o ressarcimento desse dinheiro pago aos profissionais que não trabalharam.
De acordo com a reportagem do SBT, o hospital é utilizado por moradores de 11 cidades da Região dos Lagos, que têm juntas 770 mil habitantes.
Em junho, o SBT Brasil denunciou que médicos da maternidade pública Leonor Mendes de Barros, na zona leste de São Paulo, agiam da mesma forma.
Uma reportagem do SBT reproduzida pelo UOL flagrou os profissionais saindo da instituição dez minutos depois de assinar o ponto. De acordo com a secretaria, os nomes dos médicos envolvidos na fraude serão enviados ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) para que a entidade investigue a conduta médica desses profissionais.
Em nota, o conselho afirmou que controlar o ponto dos médicos é um problema administrativo do hospital, logo, fica por conta da administração pública apurar os fatos.
Caso seja comprovada a fraude, os médicos poderão ser demitidos e a Secretaria solicitará que a Procuradoria Geral do Estado entre com medidas judiciais cabíveis para que haja o ressarcimento desse dinheiro pago aos profissionais que não trabalharam.
De acordo com a reportagem do SBT, o hospital é utilizado por moradores de 11 cidades da Região dos Lagos, que têm juntas 770 mil habitantes.
Em junho, o SBT Brasil denunciou que médicos da maternidade pública Leonor Mendes de Barros, na zona leste de São Paulo, agiam da mesma forma.
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