UEMA: RETRATOS FALADOS DA UNIVERSIDADE DESTRUÍDA
Nenhum campus de
qualquer lugar do Brasil pode ser comparado à sede da Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA), em São Luís, que mais parece uma estribaria, onde os animais
pastam no matagal espalhado por toda a "cidade universitária".
Na UEMA
salvam-se os competentes professores e pesquisadores, os dedicados técnicos do
setor administrativo e os alunos estudiosos. É o que há de bom na instituição,
mas não a totalidade, porque existem parasitas lá também.
Como o Maranhão
pode desenvolver suas inteligências, se a universidade estadual não oferece as
mínimas condições de ensino-aprendizagem?
Como o
conhecimento científico pode ser uma ferramenta estratégica de desenvolvimento
do Maranhão, se a principal instituição universitária estadual parece uma roça
mal cuidada, que nem sequer foi capinada?
Nem o básico das
instalações físicas a universidade tem. Até a água dos bebedouros é de péssima
qualidade!
A UEMA é parte
do obtuário da educação maranhense. Das escolas do ensino médio ao ensino
superior, quase tudo é uma sucata.
Até quando passa
por maquiagens visando à eleição de reitor, as obras pioram o feio e o horroroso
de antes.
A UEMA é a cara
da destruição e do abandono do Maranhão.





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